Vinha dia desses para o trabalho ouvindo a Bandnews Fm e me deparei com uma avaliação piscicológica do cidadão que levou "de carona" o homem do carro que ele mesmo havia abalroado num estacionamento de supermercado. Ele só não sabia que estava sendo filmado... A profissional em questão, que não me lembro o nome dizia que o problema era aquele pouca inteligência emocional que criava aquele momento não só para aquele infeliz como para tantos outros que a gente vê todos os dias no trânsito paulistano. Ela encerrava dizendo que o problema era depois que a raiva acabava e o cidadão (já nem tão cidadão assim) recobrava a lucidez e percebia a bobagem que fez. Certamente se tivesse racionalizado, não agiria assim.
Aí vai a Portuguesa que não ganha nada e ultimamente nem de niguém, perder de novo. E vai um conselheiro português fazer a burrada de ir ameaçar o time no vestiário, logo após o jogo. E armado! Pra todo mundo ver "quem manda" na Portuguesa. O problema é que o técnico era Renê Simões. Digo era porque ele, depois de treze dias no comando de um time que buca equilíbrio emocional foi embora. Não é besta e não quer esperar para ver se o valente conselheiro na próxima derrota saca aquela arma e concretizar um cenário apimentado, transformando paixão em tragédia.
Isso não é crime passional é crime do ridículo. Futebol é a coisa mais importante entre as MENOS importantes, já dizia Milton Neves. Jogadores são seres humanos e embora eles por vezes não façam por merecer seus altos salários, não podemos simplesmente atirar, bater ou coisa parecida. Já imaginou isso na sua empresa? O chefe liga para o departamento pessoal e diz: "o Zé não está atingindo as metas, prega fogo nele!"
E Rogério Ceni dá uma dica do que fazer com essa energia: "Não sei porque essas pessoas não vão ao Senado protestar contra a política brasileira. Reúne todo mundo lá na frente do Palácio do Planalto. Futebol envolve paixão, mas é entretenimento. Isso foi um absurdo. Há uma inversão de valores inaceitável na sociedade". Mas o fato agora é descobrir como a diretoria lusa vai fazer para cobrar da torcida que não se exceda em suas manifestações se ela própria não consegue se conter?
O jornal Lance de hoje assim como uma dúzia de noticiários esportivos fizeram uma retrospectiva de situações limites nos últimos anos e o resultado é que essa situação é generalizada. É hora de torcedores, conselheiros e outros que se dizem profissionais do esporte criarem um forum de discussão para solucionar esse "excesso de amor" de alguns antes que verdadeiras tragédias se concretizem.
E hoje era para falar de futebol. Mas a burrice de um português não deixou. Faz mal sim, mas se eles deixarem, semana que vem a gente fala.
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